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Vizinha de casal morto em Águas Claras: “Gritos de desespero, de morte”

  • GDF
  • Julho 30, 2020

Vizinhos que moram próximo ao apartamento onde um dentista, de 42 anos, e uma enfermeira, 35, foram encontrados mortos, em Águas Claras, detalharam ao Metrópoles que o ouviram gritos por volta das 3h desta quinta-feira (30/7). De acordo com testemunhas, o casal era discreto e não tinha histórico de brigas. Eles moravam no local havia cerca de um ano.O caso aconteceu na Rua 25 Norte, no Edifício My Life Style. O homem é Fabrício David Jorge, um cirurgião dentista que trabalha no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). As suspeitas são de que ele esfaqueou a esposa, identificada até então apenas como Poliana, e se matou logo depois, com dois cortes, um deles no pescoço.  “Eram gritos de desespero, gritos de morte. Estava muito alto. Eu ouvi e saí no corredor. Quando cheguei perto do apartamento deles o barulho parou”, disse uma moradora à reportagem.    A vizinha, que pediu para não ter a identidade revelada, conta que a porta estava entreaberta, mas que não viu sangue ou algo que pudesse indicar um crime.“   Como era de madrugada, e acordei atordoada com o barulho, cheguei até a pensar se só eu estava ouvindo aquilo. Era desesperador, mas ninguém saiu no corredor, ninguém apareceu para ajudar. Como os gritos pararam, fiquei na dúvida do que realmente poderia ter acontecido”, relembra.Funcionários do condomínio afirmaram que o casal era tranquilo e que o cirurgião sempre foi simpático e tratava todos com muita educação. “É algo que não esperamos. Fiquei surpreso ao saber que isso aconteceu aqui. Jamais poderia imaginar, pareciam pessoas tranquilas”, disse o trabalhador que pediu para não ser identificado.     Ainda durante a madrugada, o homem teria enviado uma mensagem para um amigo, dizendo que havia matado a mulher. O material será periciadoOs militares que atenderam a ocorrência encontraram a vítima ensanguentada, sentada, no chão da cozinha. O homem estava deitado, também bastante sujo de sangue, com a faca na mão. Próximo a ele, outra faca, também suja.

A cena é descrita pelos policiais como “centário de terror”. Havia sangue espalhado por todo o apartamento, inclusive na cama do casal.    Até a última atualização desta reportagem, os dois corpos continuavam dentro do apartamento e passariam pela perícia da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).


fonte   metropoles

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