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Servidores só usam equipamentos certificados pela Anvisa

  • GDF
  • Maio 29, 2020

RENATA MOURA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA * | AGÊNCIA BRASÍLIA

A segurança dos profissionais de saúde nesta época de pandemia é uma meta perseguida pela administração pública. Por isso, a pasta investe pesado nos chamados Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), entre eles as máscaras faciais e capotes – vestimentas específicas utilizadas como proteção de contato às roupas pessoais. 


Todos os equipamentos, após adquiridos, seguem um rigor de verificação da qualidade e atendimento às medidas sanitárias. As amostras são avaliadas por pelo menos duas áreas da Secretaria de Saúde: a Gerência de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho ou a Gerência de Armazenamento e Distribuição de Materiais Médico Hospitalares e de Odontologia.


O mesmo acontece com equipamentos doados por entidades ou empresas empenhadas em ajudar no combate à doença. “Assim que os EPIs chegam ao almoxarifado central, os gestores da unidade entram em contato pedindo nossa presença para avaliação”, explica o gerente de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, Ricardo Theotônio.




Segundo ele, somente depois de aprovadas, os equipamentos são distribuídos pela Diretoria de Logística da pasta para os hospitais e unidades de saúde da rede. “No caso das máscaras, pegamos amostras e cortamos na hora para confirmar o número de camadas, a presença dos elementos filtrantes, fotografamos e guardamos as amostras”, detalha. 


“Muitas vezes, passamos dias analisando as amostras, para termos certeza da qualidade de interação desse equipamento com a face do usuário”, completa.


Nos processos de compra, os materiais ainda são analisados em duas ocasiões. Na proposta e na entrega e, muitas vezes, descartando lotes inteiros devido às não conformidades encontradas.


* Com informações da Secretaria de Saúde/DF

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